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O Passado, o Presente e o Coqui

De olhos postos no amanhã corremos de um dia para outro sem nunca nos preocuparmos com as pequenas maravilhas que nos rodeiam. O nosso quotidiano muda a um ritmo sem precedentes e nem damos por isso.

No entanto, existem raras ocasiões em que nos perdemos em saudade.

Preso no trânsito matinal, por entre a pressa de chegar ao trabalho, e o stress causado pela escassez de vagar, lembramo-nos por vezes dos tempos em que o tempo não tinha importância.

Lembra-se de brincar? De sair para o meio da rua, armado com uma argola de metal e uma vara e correr de forma desvairada pela rua abaixo acompanhado pelo chiar do metal contra a calçada? E de jogar à macaca ou à apanhada?

A buzinadela indica-nos que é altura de voltar à realidade, e lá acompanhamos a interminável fila de carros até ao nosso destino.

As memórias no entanto teimam em não nos deixar esquecer. Surgem de diversas formas, um cheiro estranhamente familiar que nos remete aos almoços em família na casa da avó, uma rua pela qual não passávamos desde a nossa adolescência ou uma criança que teima em nos lembrar que o tempo não espera por ninguém.

É aqui que se encaixa o Coqui. No pequeno momento em que nos permitimos relembrar e olhar para trás com saudade – aquele sentimento, que tal como Coqui, é tão português.

Abrimos a lata e imediatamente somos levados para a casa dos nossos pais ou avó, sentados à mesa, enquanto esperamos por um copo de leite com achocolatado Coqui e pão com manteiga para o pequeno almoço. Com sorte a mãe distraísse por uns segundos e surripiamos uma colherada direitinha da lata.

Temos tempo para tanta coisa, mas não nos permitimos tempo para ter saudade.

Hoje lançamos-lhe um desafio, no seu próximo pequeno almoço – sozinho ou acompanhado – sinta saudade, partilhe histórias e experiências. Partilhe Coqui!

 

No final, conte-nos como foi.

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